top of page

Acne: doença crônica com tratamento dermatofuncional

  • 28 de out. de 2017
  • 2 min de leitura

Ela dói, incomoda, muda a aparência e interfere na autoestima e no comportamento. Considerada uma doença crônica, a acne é bastante comum. Se você não tem ou não teve, certamente conhece alguém que enfrenta ou enfrentou esta situação, este desconforto.

O armador de ferragem civil, Raphael da Silva Ossain, aos 26 anos, tem a acne como uma lembrança ruim de um passado não tão distante. Ele teve acne ativa, um tipo avançado da doença, na adolescência. No início, apenas algumas espinhas, típicas deste período da vida. Aos 19 anos, o problema tomou conta do rosto, do pescoço e até da parte detrás das orelhas. A inflamação causava dor. A aparência fazia com que o jovem não quisesse nem sair de casa. ‘’Isso me atrapalhou bastante tanto psicologicamente como fisicamente, eu não conseguia sair de casa por vergonha do rosto marcado, minha autoestima era muito baixa, tinha medo do que as pessoas poderiam falar. Quando chegava a algum lugar e se tivesse uma quantidade maior de pessoas, elas ficavam reparando e olhando estranho com uma cara de pena, como se aquilo fosse uma coisa que elas pudessem pegar só de estar perto”, desabafou.

Raphael decidiu enfrentar o problema e procurou ajuda. Na consulta com a dermatologista Carolina Dantas, a profissional fez o diagnóstico de acne avançada, em função do aspecto das espinhas – com pus e sangue. Também foram feitos exames de sangue e de medição hormonal para definir o tratamento mais indicado para o caso. A partir daí, foram iniciadas sessões quinzenais de infiltração com corticoide, que consiste na injeção deste medicamento para eliminação do sebo e do pus das espinhas. Associado a isso, o paciente fez uso do Roacutan (Isotretinoína), um remédio controlado, disponível inclusive pelo SUS – Sistema Único de Saúde, para casos severos de acne. ‘’Assim que comecei a tomar esse remédio e fazer as infiltrações os resultados já foram aparecendo, foi por um longo período onde precisou de várias consultas. Quanto mais resultados apareciam, as cicatrizes ficavam mais aparentes, foi então que a médica entrou com um tratamento externo, que era a limpeza de pele”, explica Raphael.

Seguindo todas as recomendações da médica especialista, a cada quinze dias lá estava Raphael, para as infiltrações e os tratamentos estéticos, com limpeza de pele, máscaras de led vermelho para acalmar as inflamações e o laser Co2 fracionado. “Pelo fato de ser uma clínica de estética, as primeiras vezes eu senti um pouco de vergonha, porque ali frequentavam muitas mulheres, mas comecei a perceber que aquele lugar estava me ajudando a curar um trauma que me envergonhou por um tempo, então percebi que aquilo estava me fazendo bem, cuidando da aparência, mas também trabalhando minha autoestima, minha qualidade de vida e meu bem estar a cada procedimento realizado. Então a vergonha passou e encarei o preconceito que essa área da dermatofuncional estética vem sofrendo há anos e hoje posso dizer que mudou minha vida e a minha relação com o mundo”, revelou Raphael.

 
 
 

Comentários


autora do blog

Meu nome é Daiane Aparecida da Silva sou de São João da Boa Vista interior de São Paulo. Este blog é meu TCC – Trabalho de Conclusão de Curso de Jornalismo, do Centro Universitário das Faculdades Associadas de Ensino – Unifae, de São João da Boa Vista/SP.

contato

Obrigado! Mensagem enviada.

POSTS POPULARES

TAGS

  • White Facebook Icon

© 2017 Blog da Dermato Funcional

bottom of page